Nove padrões
básicos de ataque constituem 92% dos incidentes de cibersegurança ocorridos ao
longo dos últimos dez anos. Os dados são do 2014 Data Breach Investigations Report,
relatório divulgado pela Verizon, operadora americana de telecomunicações.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Previsões da Symantec para 2014
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Custo por vítima do cibercrime cresce 50%
Os resultados do
Relatório Norton 2013, divulgados pela Symantec no início de outubro, mostram
que, enquanto o número de adultos que tiveram experiências com o cybercrime
diminuiu, o custo médio por vítima aumentou 50%.
Tendências: 11 previsões para TI a partir de 2014
Líder mundial em
pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, o Instituto Gartner revelou as
principais previsões para as empresas e usuários de TI para 2014 e anos
seguintes.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Senhas: você também pode estar usando uma combinação ruim
O Google realizou uma pesquisa com 2 mil usuários web para identificar
os tipos de senhas mais comuns utilizadas por eles. Os resultados não foram tão
surpreendentes, mas sugerem que seria muito fácil invadir uma conta de qualquer
pessoa que você conhece.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
PMEs se tornaram alvos atraentes para ataques direcionados
Os ataques direcionados
tiveram um aumento de 42% em 2012. Esse tipo de ataque, comumente usado em
espionagem industrial para roubar informações valiosas e confidenciais, está
cada vez mais atingindo o setor de manufatura e as pequenas empresas, alvos de
31% dos ataques direcionados em 2012. Os dados integram o Relatório de Ameaças
à Segurança na Internet, Volume 18, divulgado pela Symantec no dia 16 de abril.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Pequenas e médias empresas estão mais vulneráveis a ataques
As
pequenas e médias empresas (PMEs) são tipicamente mais vulneráveis a vírus,
worms, spyware e outros programas maliciosos. A afirmação é do relatório Global
IT Security Risk, realizado pela consultoria B2B Internacional a pedido da
Kaspersky Lab, que desenvolve soluções de gerenciamento de ameaças e conteúdo
seguro. Foram ouvidos 3,3 mil profissionais de segurança em 22 países.segunda-feira, 11 de março de 2013
Cloud computing amadurece em solo nacional
As
empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud
computing. A constatação é resultado de um estudo realizado pela Frost &
Sullivan, empresa internacional de consultoria e inteligência de mercado. Dos
entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema,
enquanto 15% declararam ter um ótimo conhecimento.
segunda-feira, 4 de março de 2013
As 10 maiores tendências tecnológicas de 2013
O
Instituto Gartner listou as dez tecnologias estratégicas para empresas que
estarão em alta em 2013 e que irão impactar a TI nos próximos meses.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Symantec mapeia situação da mobilidade no mundo
A
Symantec divulgou os resultados da pesquisa A Situação de Mobilidade 2013, que
traça um panorama do uso desta tecnologia em empresas de todo o mundo.
Dois
tipos de organizações foram identificadas no estudo: as inovadoras, que abraçam
a mobilidade imediatamente; e as tradicionais, que relutam em implementá-la.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Violações de dados demoram meses para serem descobertas
Segundo
um estudo divulgado pela empresa de segurança Trustwave, seis em cada 10
organizações atingidas por violações de dados levam mais de três meses para
notar o que aconteceu, e alguns ataques ficam encobertos por anos.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
48% das empresas no Brasil pretendem investir em dispositivos pessoais
A adoção de
dispositivos pessoais no local de trabalho – fenômeno conhecido pela sigla BYOD
(bring your own device, ou traga seu próprio dispositivo) – é uma das
prioridades de investimento para 48% das empresas basileiras nos próximos dois
anos. O número é um dos resultados de um estudo realizado pela Associação
Brasileira de e-business (ebusiness Brasil).
Dos 200
executivos de TI ouvidos, 39% disseram já utilizar os equipamentos eletrônicos
pessoais para atividades profissionais ou que pretendem aderir, enquanto outros
28% estão estudando essa possibilidade.
Como já era
esperado, a prática de BYOD apresenta algumas resistências ligadas à segurança
de dados, citada por 69% dos executivos. Além disso, 47% disseram que a área de
TI não está pronta para atender os requisitos da tendência e 42% concluíram que
a segurança física dos equipamentos também impossibilita este tipo de
investimento. Apesar do elevado índice de adeptos do BYOD, uma parcela considerável
(22%) não vê vantagens na adoção de dispositivos móveis no trabalho e 16% temem
a perda de produtividade.
A análise
revela que pouco importa a influência dos departamentos de recursos humanos e
jurídico das empresas em relação a adoção de dispositivos móveis no ambiente
corporativo. Apenas 30% dos executivos de TI disseram ter alinhavada uma “política
de BYOD“ com estas áreas. Mas o estudo alerta para a necessidade de um
gerenciamento de dispositivos móveis pela área de TI. Metade dos entrevistados
assumiu que não gerencia o BYOD. Outros 34% afirmaram que realizam o controle
somente da informação, como e-mails, documentos e afins, e somente 17% realizam
o gerenciamento de dispositivos e dados.
Fonte:
Site Tiinside
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Índice de Informações Digitais da Symantec
A Symantec
lançou na América Latina seu primeiro Índice de informações Digitais,
ressaltando o impacto significativo que a computação na nuvem e a mobilidade
estão tendo sobre as empresas atualmente.
Dispersão das informações
Globalmente,
46% das informações de uma organização estão sendo armazenadas fora de seu
próprio datacenter. Com 53%, as pequenas e médias empresas (PMEs) superam as
grandes nas informações armazenadas fora de seus firewalls, considerando dispositivos
móveis e laptops. Em alguns países, esse número chega a mais da metade, a
exemplo da Índia (83%), China e Cingapura (60%), e Brasil (50%).
As
tecnologias modernas e a dispersão dos dados claramente apresentam benefícios.
Porém, mais de um quarto das empresas entrevistadas tiveram de enfrentar
desafios decorrentes disso. A exposição de informações confidenciais como
resultado da perda ou roubo de dispositivos móveis, por exemplo, foi apontada
por mais de um terço das empresas. Outros problemas surgem da incapacidade de
encontrar o que é necessário: uma grande proporção das informações está
desorganizada ou difícil de ser localizada. E mesmo dentro do firewall, o
espaço utilizado é de apenas 31%, caindo ainda mais fora do datacenter.
O impacto da mobilidade e da nuvem
O aumento
drástico no uso da mobilidade está contribuindo para a dispersão das
informações. Smartphones e tablets armazenam informações das empresas de todos
os portes e em nível global. No caso das grandes empresas, esse índice corresponde
a 14%, contra 11% para as PMEs. No Brasil, o índice é de 21%.
Informações
não exatamente armazenadas, mas mesmo assim acessadas via dispositivos móveis
têm um índice ainda mais alto, de 28% no mundo todo. Aqui, novamente, vemos as
empresas de grande porte liderarem, com 31%, contra 25% para as PMEs. No
Brasil, 42% das informações são acessadas em smartphones e tablets.
Além disso,
as vantagens em termos de custo e agilidade estão levando a um uso
significativo da computação na nuvem para armazenamento de informações de
negócios. Globalmente, quase um quarto (23%) dos dados de negócios está na
nuvem, divididos em implantações públicas, privadas e híbridas. No Brasil, o
índice está pouco abaixo da média global (18%).
Protegendo informações hoje
Tendo em
vista essa mudança para além da fronteira do datacenter, priorizar o
gerenciamento das informações torna-se mais importante do que nunca. Para
minimizar a dispersão das informações e seus efeitos sobre a organização, a
Symantec elaborou as seguintes recomendações:
Foco nas informações, não no dispositivo ou no
datacenter: com o
uso de dispositivos móveis pessoais e da nuvem, as informações não ficam mais
confinadas dentro das quatro paredes da empresa. O foco da proteção deve ser as
informações, e não o dispositivo ou o datacenter.
Nem todas as informações são iguais: as empresas devem ser
capazes de separar dados inúteis de informações de negócios valiosas. E
protegê-las adequadamente.
Ser eficiente: Desduplicação (eliminação de dados
duplicados) e arquivamento ajudam as empresas a proteger mais, e armazenar
menos, de forma a acompanhar o crescimento exponencial dos dados. .
A consistência é a chave: é importante definir
políticas que possam ser aplicadas de forma consistente onde quer que as
informações estejam localizadas - sejam ambientes físicos, móveis, virtuais ou
na nuvem.
Ser ágil: planeje as necessidades futuras das
informações implementando uma infraestrutura flexível para suporte ao
crescimento contínuo.
Fonte:
Site Symantec
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Symantec revela que Computação Móvel, Virtualização e Nuvem estão aumentando complexidade do Data Center
A Symantec anunciou no Brasil os resultados de seu
Relatório 2012 sobre a Situação do Data Center. O estudo fornece uma
perspectiva dos maiores desafios enfrentados pelas organizações enquanto o Data
Center continua a se transformar. Segundo a pesquisa, em nível gloval, 79% das
organizações relatam um aumento da complexidade no Data Center. O relatório
destaca os fatores que influenciam nesta complexidade, os impactos atuais sobre
os negócios e as iniciativas mais recentes que estão sendo adotadas pela TI
para atenuar os problemas.
A pesquisa contou com a participação de 250
empresas na América Latina, sendo 75 do Brasil e 75 do México e outras 100 da
Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Porto
Rico e Peru.
A
complexidade no Data Center
De acordo com o relatório, a complexidade do Data
Center afeta todas as áreas da computação, principalmente segurança e
infraestrutura, mas também recuperação após desastres, armazenamento e
conformidade. Em uma escala de 0 a 10, os entrevistados classificaram a
complexidade em todas as áreas de forma bastante equilibrada, entre 6,6 ou
mais, considerando o limite de 10. A segurança ficou no topo da lista, com 7,1.
O nível médio de complexidade para as empresas do mundo todo foi de 6,7. Um
dado que chama a atençnao é o fato de que entre as organizações da América
Latina, a meedia de complexidade foi de 7,8, superior a média global de 6,7 e
maior do que todas as outras regiões.
Os
efeitos da complexidade do Data Center são diversos e caros
Os entrevistados relataram que estão lidando com um
número crescente de aplicativos que consideram críticos para os negócios. Na
América Latina, 60% das organizações afirmaram que esse tipo de aplicativo está
aumentando cada vez mais. Outros fatores de influência na complexidade do Data
Center são o crescimento de tendências estratégicas na TI, como o crescimento
de dados para 54% dos entrevistados, redução de verbas para 48%, software como
serviço para 43% e computação móvel para 42% dos entrevistados.
Os efeitos do aumento da complexidade do Data
Center são de longo alcance. O impacto mais frequentemente mencionado foi os
custos mais altos, seguido da redução da agilidade (41%), maior tempo para a
migração do armazenamento (40%), incidentes de conformidade (35%), maior tempo
gasto para encontrar informações (34%) e perda ou extravio de dados (33%).
A TI está
adotando medidas para minimizar a complexidade
Globalmente, as organizações estão implementando
diversas medidas para reduzir a complexidade, como treinamento, padronização,
centralização, virtualização e aumento dos orçamentos. 63% dos entrevistados
consideram que o aumento da verba é ligeiramente ou extremamente importante
para lidar com a complexidade do Data Center. Entretanto, a maior iniciativa
que as organizações estão abraçando é a implementação de uma estratégia
abrangente de Governança da Informação, um programa formal que permite às organizações
classificar, reter e descobrir informações de forma proativa, a fim de reduzir
o risco para as informações, reduzir o custo do gerenciamento, estabelecer
políticas de retenção e simplificar seu processo de descoberta eletrônica. No
total, 90% das organizações estão discutindo sobre a governança da informação
ou implementaram testes ou programas efetivos.
Na América Latina, as organizações têm diversas
metas com a Governança da Informação, incluindo aprimoramento da segurança
(considerado importante por 83%), facilidade para encontrar as informações
certas de maneira oportuna (80%), redução dos custos de gerenciamento das
informações (75%) e armazenamento (74%), e redução dos riscos legais e de
conformidade (73% e 72%, respectivamente).
Recomendações
Veja a seguir algumas recomendações para a TI
tentar atenuar os efeitos da complexidade do Data Center:
-
Estabelecer a responsabilidade dos altos executivos (C-Level) sobre a
Governança da Informação: comece com
projetos de alto ROI, como prevenção contra perda de dados, arquivamento e
descoberta eletrônica para preservar as informações críticas, encontrar o que
você precisa e excluir o restante.
- Obter
visibilidade além das plataformas: compreender
os serviços de negócios que a área de TI está prestando e em quais
dependências, para reduzir a inatividade e os problemas de comunicação.
- Compreender
quais ativos de TI você tem, como eles estão sendo consumidos e por quem: isso
ajudará a cortar custos e riscos. A organização não deve comprar servidores e
armazenamento de que não precisa. As equipes podem se responsabilizar pelo que
usam e desta forma a empresa pode ter mais certeza de que não está ficando sem
capacidade.
- Reduzir
o número de aplicativos de backup para
cumprir os SLAs de recuperação e reduzir as despesas de capital, as despesas
operacionais e os custos de treinamento.
- Implementar
a eliminação de dados duplicados em todo lugar para ajudar a lidar com a
explosão das informações e reduzir os custos ascendentes associados ao backup
dos dados.
- Usar
appliances para simplificar operações de backup e recuperação em máquinas
físicas e virtuais.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Seis em cada dez usuários reutilizam senhas
De acordo com pesquisa realizada pela empresa de
detecção de fraudes CSID, seis em cada dez consumidores continuam a reutilizar
as mesmas poucas combinações como senhas.
O estudo apontou que 54% dos entrevistados tinha
apenas cinco senhas ou menos, enquanto 44% deles mudaram uma única vez por ano –
ou menos – as combinações. O pequeno número de senhas parece ser impulsionado,
em parte, pelo fato de que a maioria dos usuários acessa menos de meia dúzia de
sites. O relatório também apontou que o uso mais imprudente das senhas estava
entre usuários com menos de 24 anos. Como resultado desse hábito, 21% dos
entrevistados afirmou que teve, alguma vez, uma conta online comprometida.
“Muitas empresas não compreendem plenamente como hábitos
dos consumidores com relação a senhas podem afetar sua segurança. Os resultados
da pesquisa confirmam o que há muito tempo a CSID suspeitava: que os consumidores
tendem a praticar hábitos, como reutilizar a mesma informação de login em vários
itens, mesmo sem perceber que essas práticas são perigosas”, explica o CIO da
CSID, Adam Tyler.
De
acordo com o executivo, os resultados da pesquisa indicam que as empresas não
podem contar com os usuários para exercerem práticas de senhas seguras e
precisa entender o potencial impacto deste comportamento e como reduzir os
riscos.
A pesquisa ouviu 1,2 mil adultos norte-americanos. Dados
já divulgados sugerem que a insegurança nas senhas é uma questão internacional
que não muda. Mesmo senhas longas e únicas são vulneráveis se o computador foi comprometido
por um keylogging malware – vírus que vasculha o que é digitado. Por essa razão,
configurar dois fatores de autenticação é provavelmente a segurança mínima para
qualquer pessoa, mesmo aquelas que possuem uma modesta lista de senhas.
Fonte: idgnow.uol.com.br
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Estudo sobre oportunidades de TI em cada região do Brasil
A IDC Brasil acaba de lançar o Brazil IT Opportunity Map 2013, estudo que mostra quais são as
principais categorias de produtos e serviços (hardware, software e serviços) em
cada Estado, os produtos e serviços que mais crescem e os Estados que crescem
mais rapidamente, entre outros dados vitais para entender a atual realidade e
projetar o futuro.
O objetivo da pesquisa é colaborar para que as
empresas entendam como o mercado de TI se distribui nos 27 Estados brasileiros.
O estudo mapeia o mercado de TI nas categorias produtos e serviços, que
envolvem hardware (impressoras, PCs, servidores e storage), software (infraestrutura,
aplicações e desenvolvimento) e serviços (consultoria e integração, suporte e
outsourcing), e por setores como comércio (varejo e atacado), finanças (bancos,
seguradoras e mercado de capitais), governo, manufatura (discreta e processos),
recursos (óleo e gás e utilidades) e serviços (comunicação/mídia, educação e saúde),
sempre nos 27 Estados brasileiros, com base nos últimos dois anos e com previsões
até 2016.
Entre os dados do estudo está um fato curioso: se
os 12 Estados brasileiros que sediarão a Copa do Mundo fossem um país, ocuparia
a 13ª posição no ranking dos que mais investem em serviços de TI no mundo, à
frenta de Índia, Coréia do Sul e África do Sul, entre outros.
Fonte: www.idclatin.com
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Custo e Gestão da Informação 2012
De acordo com a Pesquisa 2012 sobre Custo e Gestão
da Informação, divulgada pela Symantec, as informações corporativas custam US$
1,1 trilhão anuais para as empresas do mundo todo. Desde informações
confidenciais dos clientes até propriedade intelectual e transações financeiras,
as organizações possuem quantidades gigantescas de informações para
possibilitar sua competitividade e eficiência, além de viabilizar suas operações.
A pesquisa ouviu executivos de TI e de Administração
em 4.506 organizações de 36 países. Na América Latina, foram coletadas 500
respostas em 12 países. Esses profissionais revelaram que as informações
digitais correspondem a 49% do valor total de mercado de uma empresa no mundo.
Já na América Latina, a média apontada por eles é de 50% do valor.
“A vasta quantidade de informações que as
organizações produzem atualmente pode ajudá-las a atender melhor seus clientes
e aumentar a produtividade. Entretanto, esses mesmos dados também podem se
tornar uma grande responsabilidade se não forem protegidos adequadamente.
Empresas que usam suas informações com eficácia terão uma grande vantagem
competitiva sobre as que não o fazem. E, em alguns casos, isso pode ser a
diferença entre o sucesso e o fracasso”, declarou o presidente de Produtos e
Serviços Corporativos da Symantec, Francis de Souza.
As informações estão aumentando vertiginosamente, e elas custam caro
Empresas de
todos os tamanhos estão lidando com quantidades enormes de dados. O volume
total de informações armazenadas atualmente por todas as empresas é de 2,2
zettabytes. Companhias de pequeno e médio porte (PMEs / 5-250 empregados) têm,
em média, 563 terabytes de dados; enquanto empresas de grande porte têm 100.000
terabytes. A pesquisa também revela que essas informações deverão aumentar 67%
no decorrer do ano que vem para as grandes empresas e 178 por cento para as
PMEs.
O impacto da perda das informações para os negócios
Os
entrevistados globais e da América Latina salientaram o impacto da perda de
dados para seus negócios, incluindo perda de clientes (49% no mundo, contra 55%
entre os entrevistados da América Latina), danos à reputação e à marca (47% no
globo contra 50% na América Latina), redução da receita (41% contra 40
respectivamente), aumento das despesas (39%) e queda na cotação das ações (20%).
Na América Latina ainda constatou-se redução na receita (40%) e multas (32%).
As medidas de proteção não estão dando conta
Com tanta
coisa em jogo, a proteção das informações deveria ser prioritária, mas as
empresas ainda enfrentam dificuldades nesse aspecto. No último ano, 69% das
empresas globais sofreram algum tipo de perda de informações por motivos
variados enquanto na América Latina este número chega a 80%. Estas perdas são
atribuídas ao erro humano, falha de hardware, violação de segurança ou extravio
e roubo de dispositivos.
É preciso dar a importância certa às informações
Para ajudar
as empresas a proteger suas informações de maneira mais eficaz, a Symantec
apresenta as seguintes recomendações:
Foco nas informações, não no dispositivo ou no data
center: com o
uso de dispositivos móveis pessoais e da nuvem, as informações não ficam mais confinadas
dentro da empresa. Por isso, o foco da proteção deve ser a informação, não o
dispositivo ou o data center.
Nem todas as informações são iguais: as empresas devem ser
capazes de separar dados inúteis de informações de negócios valiosas, e
protegê-las adequadamente.
Seja eficiente: a eliminação de dados duplicados e o
arquivamento são tecnologias que ajudam as empresas a proteger mais, e ao mesmo
tempo, armazenar menos, de modo a acompanhar o crescimento exponencial dos
dados.
A consistência é a chave: é importante definir
políticas para que as informações possam ser aplicadas de forma consistente
onde quer que estejam localizadas - em ambientes físicos, virtuais e na nuvem.
Seja ágil: planeje as necessidades futuras das
informações implementando uma infraestrutura flexível que suporte o crescimento
contínuo.
Fonte:
www.symantec.com
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Gastos com TI devem aumentar 3% em 2012
Um relatório do instituto de pesquisas Gartner
indica que os gastos mundiais com tecnologia da informação deverão chegar a US$
3,6 trilhões em 2012, um crescimento de 3% em comparação ao ano passado.
O estudo é uma revisão da pesquisa anterior que
apontava que os gastos com TI iriam crescer 2,5% neste ano. Apesar dos novos
números, o Gartner considera os investimentos “fracos“, se comparados com dados
de anos pré-recessão. Em 2007, por exemplo, o investimento em TI em todo o
mundo aumentou cerca de 8%.
Um ponto positivo para as empresas de tecnologia é
a crescente demanda por serviços de nuvem pública. A modalidade deverá registrar
expansão de 19%, saltando de US$ 109 bilhões neste ano, para US$ 207 bilhões em
2016.
"Embora ainda existam desafios que freiam o
crescimento econômico global, a crise da zona do euro, a lenta recuperação dos
Estados Unidos, a desaceleração na China, ao menos os gastos com TI estão
estabilizados", afirma o vice-presidente do Gartner, Richard Gordon.
De acordo com o instituto de pesquisas, os gastos
com hardware atingirão US$ 420 bilhões em 2012, alta de 3,4% em comparação com
2011. O investimento em software deverá alcançar US$ 282 trilhões neste ano,
expansão de 4,3%. Já o aporte global com serviços de TI deverá totalizar US$
864 bilhões neste ano, crescimento de 2,3%.
Fonte:
idgnow.uol.com.br
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